São já dezenas os sites que esta tarde foram atacados. Nicolás Maduro afirma que se houver manifestantes sem autorização nas ruas, estes serão imediatamente detidos.

Vivem-se tempos difíceis e que podem anteceder uma guerra cívil na Venezuela. Depois de haverem pelo menos três mortos em protestos nas últimas 24 horas, o Presidente da Republica Venezuelana, Nicolás Maduro, afirmou que não daria um passo atrás na sua política. “Não se declarem agora como pessoas perseguidas politicamente”, afirmou o chefe de estado na inauguração de um monumento no distrito de Aragua. Neste momento, quem marchar ou participar em manifestações sem prévia autorização será imediatamente detido, pois segundo o Presidente afirmou, “dei instruções bastante claras ao corpo de segurança do estado para se assegurar que nas principais cidades do país, quem pratique violência ser detido. Seja quem for”.

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Leopoldo Lopes e Marina Corina Machado são as figuras mais importantes, neste momento, da oposição ao presidente Maduro.

 

Balas contra manifestantes

Um vídeo colocado esta tarde no YouTube mostra a polítia a disparar sobre manifestantes numa das principais ruas onde se verificam protestos. Este vídeo motivou uma reação internacional e agora mais de 20 sites encontram-se offline e o número está a crescer.

Ataques informáticos bloqueiam sites do Governo Venezuelano

Sites como presidencia.gob.ve (o equivalente ao site do Presidente da República em Portugal) encontram-se neste momento sobre ataque DDoS. Outros sites sofrem defaces.
Existe inclusive uma webhive colocada dentro do próprio governo… para atacar o governo.
Existe ainda uma conta de Facebook dos LulzSec Peru apagada recentemente devido a estes ataques.

Segundo fontes dentro do canal e ao comando da operação, o vídeo dos disparos foi o que motivou os ataques e “como alguns de nós não estamos na Venezuela, esta foi a forma que encontrámos de os apoiar”.

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