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Desde a detenção de quase uma dezena de alegados piratas informáticos em Fevereiro de 2015 que o meio hacktivista em Portugal estava adormecido, tendo existido mesmo um período de paragem onde vários grupos decidiram “dar um tempo” à scene.

A julgar pelos mais recentes ataques informáticos, parece que esse tempo já terminou e vários grupos, outrora dormentes, voltaram novamente ao activo.

É o caso dos Sudoh4k3rs, que atacaram partidos políticossites de eleições nos últimos dias, tendo deixado uma mensagem de “erro do Windows” sem directamente reivindicarem o ataque, excepto na sua página de Facebook:

Na passagem de ano colocaram um artigo no seu Facebook indicando que estavam “alive”, tendo no decorrer do início deste ano efectuado vários ataques.

 

Sistemas governamentais ainda comprometidos

Há mais de cinco anos que o Tugaleaks tem dedicado a sua actividade à notícia de falhas de segurança nos sistemas de informação do Governo e do Estado em geral. Mas, passados este anos, o sector público continua com graves falhas de segurança. É o caso da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP)  que ainda usa Microsoft SQL Server 2008, um sistema sem suporte e obsoleto que devia ter sido actualizado em 2014. Foi através desse sistema e da deficiente estrutura informática da DGAEP que um hacker, pertencente a um antigo colectivo de hackers bastante activo entre 2010 e 2011, que se obtiveram acesso às bases de dados, contendo toda a informação (alguma provavelmente confidencial) do sistema desta Direcção-Gerla.

O índice da informação encontra-se disponível aqui.

 

Neste início do ano, os hackers voltam a ser notícia. Mas, de igual forma, a debilidade das infraestruturas do estado também foram. Sem esta última, a primeira teria sido bastante mais difícil.

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