Em Maio deste ano o Tugaleaks escreveu que a CGTP tinha marcado uma manifestação no mesmo dia de um evento mundial. Novamente, constata-se uma situação semelhante.

Nos meses de Julho e Agosto os movimentos cívicos estiveram praticamente parados. Anteriormente, tinha havido várias manifestações pelo país. E uma dessas, em colaboração mundial, em dezenas de cidades.

Em Maio, citando uma fonte próxima da central sindical e descontente com a forma como esta situação é tida em conta, o Tugaleaks referiu que a CGTP tem o “hábito manhoso de fazer sempre isto, empatar os outros mais pequenos”.
Já no ano passado, a 14 de Novembro, a CGTP saiu da manifestação pouco tempo antes da polícia de intervenção chegar e ter havido um dos maiores actos de violência policial, condenados até pela Amnistia Internacional e com inquérito ainda a decorrer.

 

CGTP volta a “empatar” manifestações já agendadas

 

Já este ano, a CGTP marcou uma manifestação para 13 de Abril, o mesmo dia da Marcha Animal criada pela Associação ANIMAL O evento da ANIMAL foi agendado a 3 de Março e no entanto a 1 de Abril a CGTP efectua a marcação do seu protesto no mesmo dia.
Em seguida foi a vez da Marcha Global contra Monsanto que decorreu a 25 de Maio. Novamente se pôde na altura confirmar que a marcação contra a Monsanto foi marcada no dia 3 de Abril e a CGTP a 1 de Maio marcou um protesto para ao mesmo dia.

 

 

Voltou a acontecer…

Hoje existe pelas 18h uma manifestação, amanhã uma Concentração Contra a Monsanto e no dia 26 uma manifestação do movimento Que se Lixe a Troika.
A CGTP, depois de parte destas manifestações estarem já agendadas, decidiu marcar uma manifestação na ponte 25 de Abril no dia 19.

A mesma fonte que falou com o Tugaleaks em Maio afirmou que “isto só pode ter sido marcado para tirar força ao QSLT mas eles nunca vão admitir isso”.

Já em Junho o Tugaleaks tinha solicitado informações sobre o valor o custo das manifestações da CGTP bem como o facto de, numa manifestação este ano, a CGTP ter abandonado os manifestantes quando estes, de forma espontânea, se dirigiram para a ponte 25 de Abril e que resultou na ordem de detenção para mais de 200 pessoas.
Até hoje a resposta não chegou.

 

 

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