Denúncia de condições de trabalho no MUDE – Museu do Design e da Moda

Com portas abertas desde 2009, o MUDE é uma parte integrante de um projecto cultural que em última análise é gerido pela Câmara Municiapl de Lisboa.

O seguinte texto apresenta-se como um depoimento que pretende expor publicamente a situação que ocorre com a equipa de assistentes de exposição do MUDE – Museu do Design e da Moda, Lisboa

 

Contexto Geral

À data de abertura, em Maio de 2009, o MUDE inicia a sua actividade contando com uma equipa de assistentes composta por cerca de 30 jovens, tendo este número actualmente evoluído para cerca de 70. Este corpo de
assistentes de exposição é composto por estudantes do ensino superior, nas áreas das artes (Design, Artes Plásticas, História de Arte, Conservação e Restauro, Teatro, etc.) e licenciados nas mesmas. A estratégia da direcção do museu requer funcionários com qualificação a nível superior, sobre o acordo de receber 4,5€ por hora, num regime de disponibilidade para preenchimento de turnos.
A equipa é encarregue do funcionamento do museu — recepção, serviço de bengaleiro, vigilância das exposições, receptividade ao diálogo com os visitantes. Diariamente, esta dedica-se ao projecto no sentido de assegurar, acima de tudo, um serviço de qualidade.
Os assistentes prestam serviços através de recibos verdes, sendo actualmente contratados por uma associação sem fins lucrativos denominada Associação de Dinamização Cultural Aumento d’Ideias.
Esta é, por sua vez, contratada pela C.M.L. com o fim de coordenar os assistentes bem como o serviço educativo do MUDE.

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