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Porque é que há pessoas com fortunas equivalentes a 2% do nosso PIB? Porque é que os bancos ganham sempre mais e a população sempre menos? Descobre neste documentário.

 

Documentário: Donos de Portugal

 

 

Muitas vezes falamos de crise e de riqueza. Mas não devemos estar apenas contra a pobreza. Existe forma de estar contra a riquesa, principalmente a riqueza ilicita.

A maioria dos deputados ou pessoas com cargos políticos, acaba sempre dentro de empresas que fazem negócios com o estado. Entrar na política é o mesmo que ter uma carreira para a vida: dentro e fora da política, há sempre “trabalho”.

Já os bancos  são comprados por bancos que depois são vendidos por metade do dinheiro que foram originalmente comprados. Até a CGD – um banco do estado, ou que costumava ser do estado – está metida num dos maiores movimentos bancários dois últiumos anos.

De antes do 25 de Abril até à actualidade, este documentário traça perfis e desmistifica boatos de grandes empresários e figuras do estado.

Baseado num livro em 2010, este documentário de  Jorge Costa conta-te tudo o que devias saber e normalmente está escondido.

A não perder.

 

 

Visita também donosdeportugal.net

 

Comentários

6 Comments

  1. Muito bom post meus caros, mas quero salientar a falta do “Z” nas palavras “riqueza”, “pobreza”, e alguns outros erros ortográficos… Numa luta que travamos presentemente com um poder vigente e a sua capacidade de atirar ao lixo a maior e mais forte raiz da cultura lusa, a nossa lingua, nada mais podemos fazer que não seja preservá-la na sua integridade!
    Obrigado pela partilha do documentário, acho vergonhoso este ter sido transmitido em horário “madrugal”, resultando numa baixíssima audiência do mesmo §

    NOTA DO TUGALEAKS:
    Alterado. Obrigado pela colaboração.

  2. Esses donos de Portugal que a reportagem fala têm sido constantemente bajulados pela comunicação como os salvadores da pátria. Quantas vezes ouvimos na TV os comentadores a soldo dizer que o motivo da crise é “os portugueses estarem a viver acima das suas possibilidades” enquanto as suas empresas fogem aos impostos?

  3. Muito resumidamente, a liberalização da corrupção matou o país.
    Excelente documentário, uma visão não tendenciosa da informação, sem a triagem de conteudos típica do horário nobre.

  4. O Estado esse Grande PATRÃO
    Os empregados do Estado em Portugal existem fundamentalmente para melhor enganar, aldrabar, vigarizar, desviar e roubar o próprio PATRÃO (Estado) em completa legalidade, impunidade e imunidade pois há que precisar que tudo na Constituição Portuguesa (a fazer passar por deficiente mental o maior dos vigaristas) se encontra reunido de uma forma magistral e exemplar para favorecer, beneficiar e proteger em exclusivo os empregados do Estado e em nada o PATRÃO.
    Os empregados do Estado são todos aqueles que recebem uma remuneração em troca de um suposto ”trabalho” na chamada função pública. Ex. : Presidente da Répública, Primeiro Ministro, Ministros, Parlamentares, Secretários, câmaras, juntas, finanças, militares e etc., etc., etc., etc., etc.
    O engraçado e mais estranho e estúpido nisto tudo é que o PATRÃO (Estado) é o próprio POVO que não tem poder absolutamente algum nas decisões da Répública e nunca terá porque a Constituição assim não o permite ao contrário do poder absoluto dos Políticos que mandam de mão de tiranos e cara de Anjos.
    Impossivel de se encontrar PATRÃO mais condescendente, generoso, ignorante e cego.
    Também por isso é que nunca houve não há e nunca haverá melhor ”emprego” que o de ser empregado do POVO (Estado).
    CONCLUSÃO : Temos que acabar completamente e radicalmente com a Constituição Portuguesa e criar uma nova Répública de raíz ou adoptar um sistema político estrangeiro que se saiba funcionar.
    ASSINADO : Aremando Zarpa

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