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Emitido pela SIC em 1999 esta ficção documental retrata o que ocorreu a partir da noite de 24 de Abril de 1974 e no dia de 25 de Abril de 1974.

São quase três horas de ficção documental em Português (ou seja, um filme baseado em factos documentados).

 

Flag of Portugal

 

Na noite de 24 de Abril de 1974, após uma longa adesão clandestina, um grupo de jovens oficiais do exército, cuja experiência e maturidade tinham sido adquirida nas longínquas e desgastantes guerras coloniais africanas, levantou em armas as principais unidades militares do exército metropolitano.
A acção militar foi eficaz, precisa e consistente. Passadas 18 horas sobre o inicio do movimento militar, o grosso das forças fieis a ditadora estava neutralizado ou tinha capitulado.
Esta é a história dessa acção militar, contada através de alguns acontecimentos relevantes desse dia.

Os acontecimentos relatados constituem uma parte relevante do que foi a história do movimento militar, que 25 de Abril de 1974 pôs fim a um longo período de operação e tirania, fazendo com que as forças armadas se reencontrassem com o seu povo. A acção militar, firme e determinada, mas ao mesmo tempo paciente e esclarecida, não provocou efusão de sangue entre os Portugueses.
O único ato violento foi praticado pela polícia política da ditadura, que vendo, face à acção militar libertadora, o seu inevitável fim, atirou indiscriminadamente pelos cidadãos de Lisboa. Houve 4 mortos e meia centena de feridos.

 

 

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Um filme com quase três horas, criado pela SIC em 1999, autoria de Emídio Rangel, Rodrigo Sousa e Castro e Joana Pontes que assegurou, igualmente, a realização.

Comentários

1 Comment

  1. O Estado esse Grande PATRÃO
    Os empregados do Estado em Portugal existem fundamentalmente para melhor enganar, aldrabar, vigarizar, desviar e roubar o próprio PATRÃO (Estado) em completa legalidade, impunidade e imunidade pois há que precisar que tudo na Constituição Portuguesa (a fazer passar por deficiente mental o maior dos vigaristas) se encontra reunido de uma forma magistral e exemplar para favorecer, beneficiar e proteger em exclusivo os empregados do Estado e em nada o PATRÃO.
    Os empregados do Estado são todos aqueles que recebem uma remuneração em troca de um suposto ”trabalho” na chamada função pública. Ex. : Presidente da Répública, Primeiro Ministro, Ministros, Parlamentares, Secretários, câmaras, juntas, finanças, militares e etc., etc., etc., etc., etc.
    O engraçado e mais estranho e estúpido nisto tudo é que o PATRÃO (Estado) é o próprio POVO que não tem poder absolutamente algum nas decisões da Répública e nunca terá porque a Constituição assim não o permite ao contrário do poder absoluto dos Políticos que mandam de mão de tiranos e cara de Anjos.
    Impossivel de se encontrar PATRÃO mais condescendente, generoso, ignorante e cego.
    Também por isso é que nunca houve não há e nunca haverá melhor ”emprego” que o de ser empregado do POVO (Estado).
    CONCLUSÃO : Temos que acabar completamente e radicalmente com a Constituição Portuguesa e criar uma nova Répública de raíz ou adoptar um sistema político estrangeiro que se saiba funcionar.
    ASSINADO : Aremando Zarpa

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