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O povo esta farto e demonstrou isso ontem nas ruas. O culpado? A austeridade e medidas do Governo que em nada são populares. Foi uma manifestação histórica.

 

Manifestação 15 de Setembro

 

 

A presença policial foi ordeira e os comunicados que envolveram um sindicato a apelar à paz são fruto de uma geração de polícias também eles fartos da austeridade. A manifestação, talvez por isso, tenha corrido de forma ordeira e sem qualquer problema de maior.

O mesmo não aconteceu junto da Assembleia da República onde claramente houve uma tentativa, que por pouco não foi conseguida, de invasão do edifício.

Para recordar são os números históricos desta manifestação que não podem deixar o Governo indiferente, embora o partido que está no poder tenha já feito saber que “desvaloriza” a manifestação, mesmo que em alguns pontos do país tenha sido a maior desde a revolução de Abril de 1974.

As fotos que o Tugaleaks recolheu em Lisboa, até agora mais de 600, estão disponíveis na nossa página de Facebook:

 

Album com mais de 600 fotos

 

De igual forma, os vídeos dos principais acontecimentos estão também disponíveis aqui:

 

 

 

Será que o Governo vai voltar atrás nesta medida que tanto “problema” tem causado ao Primeiro Ministro?

Comentários

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4 Comments

  1. Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

    1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.

    2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos.

    Todos os deputados ( Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.

    3. O deputado deve pagar o seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.

    4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.

    5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde actual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.

    6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses

    7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.

    O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.
    Assim é como se pode CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

  2. O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!

    NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO… PUDERA…

    O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!—-

    1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores,
    suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos
    ex-Presidentes da República.

    2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80,
    profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na
    Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
    libações, tudo à custa do pagode.

    3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
    servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

    4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir
    milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções
    nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

    5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E
    os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de
    cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
    ser auditados*?

    6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa
    reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

    7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200
    euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas
    Juntas de Freguesia.

    8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização
    dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem
    verbas para as suas actividades.

    9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das
    Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo
    País;.

    10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das
    horas extraordinárias… para servir suas excelências, filhos e famílias e
    até, os filhos das amantes…

    11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e
    entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

    12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não
    permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal
    como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a
    compras, etc.

    13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e
    respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos
    contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

    14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por
    nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe
    total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
    SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
    DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

    15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que
    servem para garantir tachos aos apaniguados do poder – há hospitais de
    província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
    PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS… pertencentes ás
    oligarquias locais do partido no poder.

    16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre
    aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo,
    no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar,
    julgar e condenar.

    17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado
    e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

    18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN
    e BPP.

    19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos,
    onde quer que estejam e por aí fora.

    20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma
    recebe todos os anos.

    21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões
    ao erário público.

    22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de
    funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a
    quadros do Partido Único (PS + PSD).

    23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado),
    que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se
    locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
    ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a “obra” pelo
    preço que “entendem”.

    24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo,
    confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram
    patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando
    preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas
    pretensamente “legais”, sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
    dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência
    aos que efectivamente dela precisam;

    25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que,
    daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar “outra
    crise”.

    26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com
    que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de
    justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
    prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

    27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que
    tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos
    ditos.

    28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
    políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e
    depois.

    29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

    Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa
    a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que
    grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

    Ao “povo”, pede-se o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.

    POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.

  3. Há que activar de imediato o Princípio de Auditoria de Cidadão à Dívida a fim de se fazer uma auditoria financeira ao Estado. Eu defendo suspender, exigir uma auditoria às dívidas e contas públicas, todas aquelas enquadradas na legitimidade são pagas, todas aquelas enquadradas na ilegitimidade são anuladas e responsabiliza-se todo aqueles que as contraiu.
    Se reflectirem, o facto de os governantes e do poder político oporem-se à ideia dos cidadãos ousarem realizar uma auditoria de cidadão à dívida pública revela claramente que a verdadeira transparência é o pior pesadelo para eles, em virtude de eles quererem esconder os actos ilícitos que colapsam o Estado.
    http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N38162
    chamo a atenção que não necessita de ser aprovado por nenhum orgão do Estado.

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