Já alguma vez deixaste o estacionamento do teu carro ultrapassar “uns minutinhos” e tiveste uma multa por isso?

Ou fingiste que não vias os parquímetros – ou não usavas a aplicação – “só para ir ali” e acabaste com uma multa?

Estas e outras situações já têm “solução” à vista. Não se trata de uma aplicação móvel, mas sim do “passar a palavra”.

O Grupo “Eu vi um gajo da EMEL” no Facebook começou há pouco tempo mas tem já mais de mil membros (quase a chegar aos dois mil) e conta já com vários “avisos” por dia com ruas. Foi criado pelo “roubo” e “extorsão” do “nosso dinheiro”, pode ler-se em vários comentários.

Poderás activar as notificações do grupo para receberes informações em tempo real assim que forem publicadas.

 

O que fazer com os dados do Grupo

Existem duas opções. Ou o utilizador pode, através da aplicação EMEL, conhecida como ePark, para sabendo da “vistoria” numa determinada rua, pagar o valor do seu carro, ou então em alternativa deslocar-se ao parquímetro mais próximo e fazer a mesma operação.
No entanto, com a ajuda de outros cidadãos, a aplicação da EMEL criou uma forma de potenciar o incumprimento no pagamento devido da

Bloqueia a Emel antes que a Emel te bloqueie a ti.
Sempre que vires um gajo da Emel faz aqui um post a dizer onde ele está.

Em termos legais, nada impede um cidadão de identificar onde funcionários de uma empresa pública se encontram.

O grupo serve não só para a consulta de informações mas também para a publicação destas. Por isso, quando vires um “gajo” da EMEL, publica no grupo:

 

Eu vi um gajo da EMEL

 

As críticas à EMEL

A empresa tem desde há vários anos sido alvo de inúmeras críticas. Em 2012 os membros do colectivo Anonymous bloquearam vários parquímetros na cidade de Lisboa. Já em 2014 foi criada uma petição para para a extinção da EMEL que, devido ao número insuficiente de assinaturas, não chegou a ser verificada na Assembleia Municipal de Lisboa e na Assembleia da República. Já este ano a EMEL divulgou num contrato público nomes de crianças filhos de colaboradores, num alegado desrespeito pelos dados privados dos seus funcionários.

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