Depois da polémica com a licenciatura de José Sócrates, o próprio desvendou na RTP mais um pormenor da sua vida: tinha aulas aos sábados à tarde.

José Sócrates, antigo Primeiro Ministro Português, possui um espaço de opinião na televisão pública nacional, a RTP. Na passada segunda-feira, comentou, a propósito do falecimento de Eusébio, antigo jogador do Benfica que “… no jogo entre a Coreia e Portugal lembro-me que ia a sair de casa com Portugal a perder 3-0 e fui ouvindo, nas ruas da Covilhã, enquanto ia para a escola, gritos de alegria através das janelas, – nessa altura a televisão ainda não era muito difundida, ouvia-se muito a rádio – pelos golos de Portugal; cheguei à escola e Portugal já ganhava”.

 

José Sócrates tinha aulas ao sábado à tarde

 

Ora, o jogo a que o antigo Primeiro Ministro se refere é o Coreia do Norte contra Portugal, que aconteceu a 23 de Junho de 1966… num sábado.

De acordo com o escritor e jornalista Frederido Duarte de Carvalho, que publicou a informação no seu blog pessoal, “Sócrates diz, por outras palavras, que, no sábado, dia 23 de Julho de 1966, pelas 15 horas – data e hora do jogo entre Portugal e a Coreia do Norte -, ele foi à escola”. Continua, afirmando que “ era Verão, quando muita gente já estaria de ferias”.

Frederico Duarte de Carvalho, que lançou recentemente um livro, afirma ainda que “várias questões se levantam quando um político fala e pensa”, e desafia os seus leitores: “pensem noutras coisas que um político diz e garante serem verdade”.

A RTP foi contactada e fonte oficial da empresa afirma que “a RTP não tem comentários a fazer”.

 

Um colega de escola de José Sócrates comentou a situação no Facebook:

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Compra carro luxuoso depois de sair do Governo

Depois de sair do Governo, José Sócrates comprou um Mercedes Benz, Classe S, considerado como um carro de luxo.
Ao mesmo tempo, enquanto vivia em Paris, estava desempregado e a viver num dos bairros luxuosos da capital de França.
Em Janeiro do ano passado, Sócrates entrou para “conselheiro” da América Latina de uma empresa farmacêutica. Foi a essa mesma empresa que o estado pagou, entre 2005 e 2011 (anos de influência de José Sócrates no Governo), cerca de 6 milhões de Euros.
Em alguns hospitais, a empresa vendeu mais de 50% do total de plasma do sangue e derivados. No Centro Hospitalar de Setúbal o ajuste direto foi alvo de uma investigação do Tribunal de Contas que não chegou a transitar em qualquer processo crime.

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