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Pedro Passos Coelho, actual Primeiro-ministro, foi convidado para o evento Bilderberg, afirmou Pingo Balsemão num programa do seu canal de televisão.

O anúncio foi feito por Pinto Balsemão, num programa do sue próprio canal de Televisão, SIC Notícias, a 29 de Junho.

Não é claro para que encontro foi convidado, mas provavelmente terá sido para um dos dois últimos.
O último encontro foi em Junho deste ano, há cerca de dois meses, onde a acompanhar Balsemão esteve Paulo Portas, o número dois do Governo de Passos Coelho.

 

Passos Coelho foi convidado para o Bilderberg por Pinto Balsemão Edifício onde se realizou o encontro em 2013

Por outro lado, pode também ter sido convidado para a reunião de 2010, um ano antes de ser Primeiro-ministro, quando nessa altura foi Paulo Rangel, que ficara nesse mesmo ano em segundo lugar nas eleições do PSD.

Balsemão disse que para o grupo são convidadas “pessoas que nós entendamos que deverão ter relevância, social, cultural…” e que Passos Coelho foi convidado “mas não pôde ir”.

 

 

 

O site Portugal Confidencial vai mais longe e afirma que “todos os governos de Portugal dos últimos vinte anos – num total de sete – foram liderados por membros do Bilderberg. Vários dos nossos últimos primeiros-ministros foram eleitos poucos meses após se iniciarem nessa sociedade secreta”. Alguns nomes dos quais estamos habituados a ouvir são José Sócrates, Rui Rio, Marcelo Rebelo de Sousa, Francisco Morteira Nabo e António Guterres.

Os eventos deste ano do encontro Bilderberg ficaram marcados pelo aparente bloqueio de alguns vídeos pelas redes sociais, como indicou o Tugaleaks. Um dos vídeos em questão era de uma pessoa a falar contra esta reunião e sobre o perigo que ela representa e acabou por ser censurado na rede social Facebook.

Existem ainda muitas perguntas que incomodam, às quais Balsemão não quis responder.

Comentários

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2 Comments

  1. Dá que pensar como os eleitores portugueses pensam exatmente como nessa sociedade secreta!! Será que beberam apoção magica ou são só parvos!!!

  2. O Estado esse Grande PATRÃO
    Os empregados do Estado em Portugal existem fundamentalmente para melhor enganar, aldrabar, vigarizar, desviar e roubar o próprio PATRÃO (Estado) em completa legalidade, impunidade e imunidade pois há que precisar que tudo na Constituição Portuguesa (a fazer passar por deficiente mental o maior dos vigaristas) se encontra reunido de uma forma magistral e exemplar para favorecer, beneficiar e proteger em exclusivo os empregados do Estado e em nada o PATRÃO.
    Os empregados do Estado são todos aqueles que recebem uma remuneração em troca de um suposto ”trabalho” na chamada função pública. Ex. : Presidente da Répública, Primeiro Ministro, Ministros, Parlamentares, Secretários, câmaras, juntas, finanças, militares e etc., etc., etc., etc., etc.
    O engraçado e mais estranho e estúpido nisto tudo é que o PATRÃO (Estado) é o próprio POVO que não tem poder absolutamente algum nas decisões da Répública e nunca terá porque a Constituição assim não o permite ao contrário do poder absoluto dos Políticos que mandam de mão de tiranos e cara de Anjos.
    Impossivel de se encontrar PATRÃO mais condescendente, generoso, ignorante e cego.
    Também por isso é que nunca houve não há e nunca haverá melhor ”emprego” que o de ser empregado do POVO (Estado).
    CONCLUSÃO : Temos que acabar completamente e radicalmente com a Constituição Portuguesa e criar uma nova Répública de raíz ou adoptar um sistema político estrangeiro que se saiba funcionar.
    ASSINADO : Aremando Zarpa

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