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Foi vaiado. Continuou a falar durante vários minutos como se nada acontecesse. Finalmente, Quarteir amostrou que é mais forte e Passos falou das Portagens.

Era apontado pela RTP como o fim das férias de Passos Coelho e o regresso às atividades políticas do atual primeiro-ministro.
A RTP recordou também o discurso de Passos Coelho há um ano, nesta mesma altura:

Queremos construir uma sociedade mais próspera, mais desenvolvida. Nós queremos que o Produto Interno Português cresça e não que encolha como tem acontecido, no ano passado e este ano. E por isso quero reafirmar aos portugueses, se o ano que estamos a viver ainda é um ano de contração da atividade, em que empresas estão a fechar portas e em que o desemprego não conseguiu ser contido, o ano de 2013 será um ano de inversão na situação da atividade económica em Portugal

 

Passos Coelho vaiado ontem em Quarteira

 

Ontem, várias dezenas de pessoas marcaram presença e, falando durante vários minutos por cima do Primeiro Ministro, fizeram ouvir o seu descontentamento. Foi uma “vaia monumental “ segundo um dos manifestantes.

 

Vídeos

Antes da chegada de Passos Coelho

Enquanto Passos Coelho discurssava

Enquanto passos Coelho estava a discursar ouviram-se palavras de ordem como “demissão”, “tá na mora do Governo ir embora”. As palavras foram acompanhadas de perto, como se pode ver no vídeo, por um contingente policial.

No Facebook era pedido que partilhassem o vídeo “porque a imprensa vai tentar ocultar o protest”. Até ao momento, apenas a imprensa regional, nomeadamente o Sul Informação, publicou esta informação, tendo também indicado que o Primeiro-ministro “foi mesmo obrigado a referir-se aos manifestantes e às portagens, tal como já tinha acontecido com os oradores que o antecederam”.

Comentários

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5 Comments

  1. tenhamos esperança que a vontade não esmoreça e quando das eleições não vão colocar um voto cheio de fé , num primo, “parente” ou sócio deste.

  2. Ola a todos.parece mentira como este ministro e todos os outros ainda estão no governo,incluindo o presidente da republica!!!!!!!!!!!!!!!!um governo insensível aos problemas das pessoas.a conclusão que chego,e que os portugueses que teem poder,posicao,dinheiro,e que mandam.sao estes que os la poem para poder continuar a ter cada vez mais.para os pobres dos quais faco parte,ninguem nos olha.Desejo que este governo caia antes no final,era um alivio! So esquemas,so arranjinhos! E impossível viver com esta corja de imcompetentes que nos governa!!!!!!!!!!!!!!Que tristeza ,pessoas não terem nem para medicamentos e este cavalheiro que não sabe o que e Amar Deus de beco caído!Tenham carater!Demitam se!Vergonha Nacional!

  3. Passos Coelho se tivesse vergonha já tinha pedido admissão há bastante tempo, ele e todos os outros ministros são a desgraça e a vergonha do nosso país.

  4. O Estado esse Grande PATRÃO

    Os empregados do Estado em Portugal existem fundamentalmente para melhor enganar, aldrabar, vigarizar, desviar e roubar o próprio PATRÃO (Estado) em completa legalidade, impunidade e imunidade pois há que precisar que tudo na Constituição Portuguesa (a fazer passar por deficiente mental o maior dos vigaristas) se encontra reunido de uma forma magistral e exemplar para favorecer, beneficiar e proteger em exclusivo os empregados do Estado e em nada o PATRÃO.
    Os empregados do Estado são todos aqueles que recebem uma remuneração em troca de um suposto ”trabalho” na chamada função pública. Ex. : Presidente da Répública, Primeiro Ministro, Ministros, Parlamentares, Secretários, câmaras, juntas, finanças, justiça, militares e etc., etc., etc., etc., etc.
    O engraçado e mais estranho e estúpido nisto tudo é que o PATRÃO (Estado) é o próprio POVO que não tem poder absolutamente algum nas decisões da Répública e nunca terá porque a Constituição assim não o permite ao contrário do poder absoluto dos Políticos que mandam de mão de tiranos e cara de Anjos.
    Impossivel de se encontrar PATRÃO mais condescendente, generoso, ignorante e cego.
    Também por isso é que nunca houve não há e nunca haverá melhor ”emprego” que o de ser empregado do POVO (Estado).
    CONCLUSÃO : Temos que acabar completamente e radicalmente com a Constituição Portuguesa e criar uma nova Répública de raíz ou adoptar um sistema político estrangeiro que se saiba funcionar.
    ASSINADO : Aremando Zarpa

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