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O gasto em café tem uma média de mais de 50 euros por dia. Embora o Presidente da República não beba café, até a PSP e a GNR têm café de “borla”.

O café é apenas uma quantia das muitas que nos fazem pensar que a presidência da república vive acima das possibilidades dos cidadãos.
Mas não é apenas o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa que faz, por si, a despesa.

Existem os anteriores Presidentes da República onde a despesa se encontra alocada à Presidência, embora não estejam no mesmo local de trabalho.

Para o ano de 2018 foram gastos, de acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, 19.555,36EUR.

Este valor serviu para, de acordo com a mesma fonte, “as Casas Civil e Militar, o Serviço de Segurança (GNR e PSP), o Centro de Comunicações, o Serviço de Apoio Médico, a Secretaria-Geral, o Conselho de Estado, o Conselho Superior de Defesa Nacional e os Conselhos das Ordens Honorificas Portuguesas, bem como dos Gabinetes dos ex-Presidentes da República”.

A sociedade civil poderá constatar que alguns dos dinheiros públicos sejam usados para um simples café, considerando que o cidadão dito “normal” o paga para o beber.

Mas não é tudo. E Marcelo tem-se comportado à altura da sua posição.

Sobre refeições, Marcelo apenas jantou ou almoçou 28 vezes durante o ano de 2018 no Palácio de Belém. Já o valor de 41.569,38 EUR serviu para “a titulo de exemplo os eventos e refeições oferecidos a diplomatas ou governantes estrangeiros,  os encontros de estudantes dos dois ciclos do ensino básico e secundário com escritores e jornalistas em Belém, designados “Escritores no Palácio” e “Jornalistas no Palácio”, bem como os eventos e refeições no Palácio de Belém com entidades nacionais, nas quais se compreenderam representantes de outros órgãos de soberania e representantes da sociedade civil”.

Já sobre assessoria jurídica para “patrocínio judiciário e representação em tribunal em processos judiciais em curso” o valor anual foi de 45.877,76 EUR.

O que se pode traçar como perfil é que Marcelo Rebelo de Sousa tem evitado gastos excessivos. Já que, por exemplo, em termos de viaturas, nenhuma foi adquirida, ao contrário de, como exemplo, o Banco de Portugal ter gasto meio milhão de euros para comprar viaturas em 2017.

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Foto: Wikipedia

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