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Todos se apresentam, implicitamente, como instrumentos do capital e da plutocracia, do mandarinato cleptocrático, como putativos candidatos a um lugar no sistema, através do imundo trabalho de gerar falsas alternativas junto de pessoas, mormente jovens e, reconduzirem os protestos e a vontade de mudança para o seu redil de exploração e iniquidade, enquadrados pelos seus cajados de pastores ideológicos.

 

 Os movimentos sociais e as vigarices sociais

 

Como é sabido, nos movimentos sociais nascidos em 2011 a imagem de marca sempre foi a ausência de hierarquias, a abertura a toda a gente, a horizontalidade da discussão e o consenso na tomada de decisão. Com isso, pretende-se vincar a demarcação face aos sistemas políticos atuais, caraterizados pelas pesadas hierarquias e burocracias profissionalizadas dos seus partidos, com a sua inserção no afunilamento da prática institucional, com discursos nos parlamentos, entrevistas nos media e instalação no aparelho de estado, à custa dos pagadores de impostos, pelos tais que se pretendem sossegados no sofá, a assistir ao desempenho dos mandarins na tv ou a votar regularmente para perpetuar a mascarada democrática.

 

Sumário

1 – O Congresso do Alterne

1.1 – Introdução

1.2 – Abordagem sociológica

1.3 – A Declaração do Alterne

2 – O grupinho “Que se lixe a Troika”

 

 

 

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